Polícia

Morte de estudante de enfermagem intriga familiares

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Muitas dúvidas ainda intrigam familiares e amigos da universitária Bruna Freitas Rodrigues, de 23 anos, encontrada morta nesta segunda-feira (21), em uma rua do Parque 10 de Novembro, na Zona Centro-Sul de Manaus. Durante o velório da vítima, a família disse ao G1 que não imagina o que pode ter motivado o crime.

O velório começou no início da noite, em uma igreja situada no bairro São Jorge, na Zona Oeste da capital. De acordo com uma prima de Bruna, que não quis ser identificada, a jovem fazia curso técnico de enfermagem.

Ela também era funcionária do restaurante Barollo, situado na Zona Centro-Sul. O estabelecimento se manifestou sobre o assassinato da jovem nas redes sociais.

A estudante morava no bairro Compensa, também na Zona Oeste. Segundo a prima, Bruna foi abordada após sair de casa para buscar a avó no bairro São Jorge, para fazer exames.

“Ela estava vindo buscar a avó para levar ao médico. Ela já estava perto daqui. Estava marcado para ela chegar às 4h30, quando deu 5h30 começaram a ligar pra ela e o celular já dava desligado”, disse a prima, que não quis ser identificada.

Um sobrinho de Bruna, que saiu de casa por volta das 7h30, viu o carro da jovem parado em via pública e com marcas de tiros. “Ele que voltou pra avisar a gente”, disse a familiar.

Suspeitas

A família disse que Bruna morava no bairro Compensa com o namorado, que está desaparecido desde o crime, segundo a polícia. Familiares disseram que acompanharam as especulações de que a morte da jovem esteja ligada a um suposto envolvimento dele com o tráfico de drogas.

“A gente não tinha muito contato. Falaram por aí que mataram ela por causa dele, mas a gente não sabe de nada, até então ele ser um suposto traficante de drogas é algo novo pra gente, que a gente não sabia”, disse.

Velório aconteceu no bairro São Jorge, na Zona Oeste de Manaus (Foto: Indiara Bessa/G1 AM)

Velório aconteceu no bairro São Jorge, na Zona Oeste de Manaus (Foto: Indiara Bessa/G1 AM)

A prima disse também não saber de inimizades da jovem. “Apesar de estudar, trabalhar, ser muito bonita como ela era, a Bruna era uma pessoa muito simples, ela falava com todo mundo, era muito simpática, mas sobre as inimizades dela a gente não sabe muito”, completou.

A Polícia Civil informou que ainda deve ouvir familiares e amigos de Bruna para seguir uma linha de investigação. O caso é acompanhado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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