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Sejel trabalha para sanar dívida com empresa responsável pelo gramado da Arena, Colina e Zamith

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A Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) trabalha para sanar dívida de R$ 999.657,99 com a empresa Greenleaf, responsável pela manutenção do gramado dos estádios Carlos Zamith e Ismael Benigno (Colina), além da Arena da Amazônia. De acordo com dados do Departamento Administrativo Financeiro da Sejel, o déficit é referente à falta de pagamento por serviços realizados desde o início de 2017.

De acordo com o financeiro da Sejel, a empresa Greenleaf não recebeu nenhum pagamento referente aos serviços de manutenção dos gramados da Arena, Colina e Zamith, no período de janeiro a novembro deste ano.

“Essa dívida está dentro do déficit de R$ 17 milhões, apresentado em coletiva de imprensa há uma semana. O dinheiro público foi tratado de forma irresponsável e nós temos agora um trabalho triplicado para tentar pagar dívidas de governos anteriores”, comentou a titular da Sejel, Janaina Chagas, que também falou que o pagamento, de parte da dívida com a Greenleaf, deve acontecer no máximo até o próximo mês.

A empresa Greenleaf realiza serviços diários de poda do gramado, irrigação de acordo com as estações do ano e necessidades hídricas, adubação, controle de pragas, doenças e ervas daninhas. Além de operação do sistema de drenagem a vácuo, descompactação, aeração para facilitar a oxigenação do solo, cobertura de areia para nivelamento leve do solo e limpeza e eliminação de palha e excesso para estimulação ao desenvolvimento de raiz e novas folhas.

Mesmo sem receber o pagamento, a empresa não deixou de cumprir o cronograma de serviços nos três estádios administrados pelo Governo do Amazonas, mas, nos últimos dias, ameaçou parar os trabalhos a qualquer momento. A suspensão desses serviços deixaria, em menos de um mês, os campos sem condições de receber qualquer atividade e o gramado poderia morrer. Segundo informações do agrônomo responsável pela manutenção dos gramados, dependendo do dano, a recuperação de todo o gramado, de qualquer um dos campos, custaria em média R$ 200 mil.

“Não temos como suspender os serviços dos gramados. Esse é um compromisso do governador Amazonino, de que esses serviços não parem, o objetivo dele é fazer o melhor para o esporte no Amazonas. E ele jamais permitiria que espaços como esses, inclusive o coração do esporte amazonense, que é a Arena da Amazônia, pare de funcionar por causa da irresponsabilidade da gestão anterior”, pontuou a secretária da Sejel.

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